Quando você diz “eu já sei fazer essa conta”, está certo. Você sabe comparar Simples puro e regime híbrido de IBS e CBS, sabe o que muda na carga tributária, sabe que alguns clientes ganham e outros perdem, e sabe que a decisão vale para um período inteiro. Mas fazer a simulação Simples Nacional de toda a carteira é outra história. A questão não é conhecimento. A questão é escala.
A janela para optar pelo regime regular de IBS e CBS fecha em 30 de setembro de 2026. Se você tem 30 clientes do Simples Nacional, são 30 simulações até o fim do mês. Se tem 80, são 80. Se tem 200, são 200. E cada uma precisa ser individual, registrada e defensável quando o cliente questionar a recomendação meses depois.
Este artigo é sobre como resolver esse problema: não sobre saber fazer a conta, mas sobre como hacê-la para todo mundo, sem a planilha quebrar, com entregável por cliente, e sem reinventar a roda a cada simulação.
Sua carteira já sabe
o que decidir até 30 de setembro?
A Calculadora Simples Nacional compara Simples puro e híbrido, cliente a cliente
Simulação Simples Nacional carteira: escala sem quebra
A simulação Simples Nacional carteira inteira é viável quando feita com método. Não é que o conhecimento técnico falte, mas a escala exige padronização.
O desafio não é teórico, é operacional
Qualquer contador consegue pegar um cliente, abrir a calculadora de impostos, inserir RBT12, folha, receita segregada por anexo, reduzir 15% de CPP para o Simples, 27,91% de IBS e CBS para o regime regular, e comparar. O resultado sai em meia hora. Para um cliente.
Agora multiplique por 50. O tempo não é linear. Porque:
- Coleta de dados diverge. Alguns clientes enviam RBT12 em PDF, outros em planilha, outros verbalmente. A folha pode estar em processador de folha próprio, em software terceirizado, em recibos soltos. Receita segregada por anexo exige entrevista com o cliente ou acesso ao sistema deles. Isso não é 30 minutos, é 2 horas por cliente.
- A planilha quebra com premissas inconsistentes. Você insere uma alíquota provisória em alguns casos e esquece em outros. Um cliente tem redução legal que você não incluiu. Outro tem sublimite que você não validou. A simulação de um vale e a de outro não, e você só descobre no meio do caminho.
- Não há rastreabilidade de versão. Você faz 10 simulações em uma alíquota, depois o Senado fixa uma provisória diferente (o que ainda pode acontecer), e agora 10 clientes têm uma recomendação que foi calcular com premissas erradas. Como você sabe quais?
- Falta documento entre você e o cliente. Você simula na planilha, liga pro cliente, fala o resultado, e pronto. Mês depois, ele questiona: “Mas na época você falou diferente”. Onde está a prova de que você recomendou o regime híbrido, com que premissas, e qual foi o aceite dele?
Simulação de carteira: a padronização que escala
Padronizar não quer dizer caixa-preta que ignora diferenças. Quer dizer que você cria um processo que funciona com 1 cliente, com 30, com 100, sem sofrer. A simulação Simples Nacional de carteira inteira só é viável quando padronizada.
Três camadas de padronização resolvem o problema operacional:
1. Coleta de dados estruturada
Antes de abrir a simulação, você cria um checklist que o cliente preenche ou que você preenche com o cliente em 30 minutos de call, tudo documentado. O checklist não é “me envia a RBT12”; é perguntas fechadas: “Qual foi a receita do anexo I em 2025?” (com link para a RBT12 que o cliente vê). “Tem redução de folha que cumpre os critérios da LC 214/2025?” Sim/não. “Qual o padrão de venda: B2B, B2C, misto?” Isso reduz a chance de descobrir dados faltando no meio da simulação.
2. Planilha com premissas explícitas
A planilha não pode ser uma caixa-preta. No topo, deixa um painel de premissas: alíquota de IBS/CBS usada, data da última atualização, redução de CPP sim/não, sublimite considerado sim/não, anexo predominante. Quando a alíquota provisória mudar (e pode), você atualiza o painel e a planilha toda recalcula. Você identifica visualmente quais simulações foram feitas com qual versão de premissa.
3. Um-pager por cliente
Depois da simulação, você gera uma página pronta para o cliente. Não é a planilha bruta (que é sua ferramenta, não de educação dele). É um resumo: “Com a receita de 2025, o regime híbrido economiza X por ano; o Simples puro, Y. Consideramos: RBT12 de janeiro/2025, alíquota de 27,91% (provisória), redução de CPP, vendas para empresas (B2B).” E a assinatura dele, ou o aceite por e-mail. Isso é seu comprovante de que a recomendação foi registrada e aceita.
Versionamento é rastreabilidade
Versionamento não é luxo de startup de tech. É defesa quando uma das premissas cai.
Hoje a alíquota de referência que a Calculadora usa é 27,91%, provisória e pendente de fixação pelo Senado. Se daqui a dois meses o Senado fixa em 25%, suas simulações de setembro mudam. Clientes que pareciam ganhar no híbrido podem não ganhar mais; clientes que perderiam podem empatar.
Se você rastreou a versão de premissa de cada simulação, você consegue:
- Rodar a simulação de novo com a alíquota nova e comparar
- Avisar o cliente que a decisão pode ser revisada
- Formalizar um review em março 2027 se a mudança for material (diferença acima de 5%, por exemplo)
Se você não rastreou, você está em risco: com qual número aquele cliente foi orientado? Com qual premissa? Você sabe ou está advinhando?
Rastreabilidade é segurança
A LC 214/2025 não obriga que você guarde a simulação. Mas você quer guardar. Porque:
Se um cliente se arrepender e acusar que você recomendou errado, seu comprovante é o documento que ele assinou (ou recebeu por e-mail) com a recomendação, as premissas e os números. Sem ele, é sua palavra contra a dele.
Se uma auditoria fiscal questionar por que o cliente entrou no regime híbrido, você mostra o parecer (não é parecer fiscal, mas documentação de apoio à decisão) com a data, os dados usados, e a recomendação. Isso protege você e o cliente.
A ferramenta faz a escala possível
A Calculadora Simples Nacional foi desenhada para resolver exatamente isso. Você insere a carteira inteira em uma aba (razão social, CNPJ, RBT12, folha, receita por anexo), ela compara Simples puro versus híbrido cliente a cliente, nas duas janelas da transição (2027-2028 e 2029-2033), e gera um painel de resumo que aponta o cenário vantajoso por cliente.
Mais importante: gera um um-pager por cliente, pronto para você apresentar. Você copia aquilo para Word, coloca o logo do escritório, entrega. Não é a planilha bruta, é educação formatada.
E porque a alíquota de referência é provisória (27,91% hoje), a ferramenta é atualizada gratuitamente quando a definitiva for fixada pelo Senado. Quem compra em setembro recebe a versão nova sem pagar novamente.
Uma coisa não substitui a outra
Nenhuma ferramenta substitui parecer de um profissional habilitado. A Calculadora é apoio à decisão, não a decisão em si. Significa que você segue usando seu julgamento: se tem um cliente cujo caso é mais complexo (segunda empresa, setor específico, questão de legislação estadual), você não joga tudo na planilha e pronto. Você lê o contexto, simula, entende o resultado, e então decide o que recomendar.
Mas com a ferramenta, a parte repetitiva (inserir dados, comparar números, gerar resumo) fica automatizada. Você economiza tempo e concentra sua experiência na parte que importa: conversa com o cliente, exceções, contexto.
Se você é contador
Se você tem 30, 80 ou 200 clientes do Simples Nacional e o mês termina em 30 de setembro, sua prioridade é escala com rastreabilidade. A Calculadora Simples Nacional faz a simulação cliente a cliente, gera o um-pager pronto para apresentação, rastreia a versão de premissa, e ainda deixa você com a documentação necessária para defender a recomendação depois. White label: sai com o nome e o logo do seu escritório.
Fale com a MARJUHH Assessoria Contábil
- Telefone / WhatsApp: (81) 99769-8473
- E-mail: contato@marjuhh.com.br
- Endereço: R. Leonor Soares Pessoa, 15 – Imbiribeira, Recife – PE, 51170-600
- Atendimento: especializado e remoto (online) para todo o Brasil
- Redes sociais: Instagram, LinkedIn e Facebook


Guia Completo da Reforma Tributária
Mais de 30 páginas sobre CBS, IBS e cronograma da transição 2026–2033. Escrito para o dono da empresa, com exemplos numéricos reais.
Quero o Guia CompletoR$ 47,90 • Acesso imediato após pagamento




